PARE: por que toda automação precisa respeitar o opt-out
Quem responde PARE está exercendo um direito. Como o Núcleo TN resolve isso num lugar só, para todos os fluxos.
Quem responde PARE a uma mensagem automática está exercendo um direito. A LGPD garante ao titular a revogação do consentimento e a oposição ao tratamento; o Código de Defesa do Consumidor e as políticas do WhatsApp apontam para o mesmo lado. Continuar mandando depois do PARE é o caminho mais curto para reclamação, denúncia e bloqueio do número.
No Núcleo TN, isso é resolvido em um lugar só. O Roteador de entrada reconhece PARE (e variações como "parar", "sair", "stop") e grava o número na tabela tn_optout. O Enviar WhatsApp consulta essa tabela antes de qualquer mensagem proativa. Não importa qual template pediu o envio: lembrete, cobrança, aniversário, recall. Se o número está na lista, a mensagem não sai.
VOLTAR reativa. A pessoa manda a palavra, sai da lista e recebe uma confirmação. Ninguém da equipe deve apagar linhas de tn_optout à mão.
Três detalhes que costumam passar despercebidos:
- O PARE vale para mensagens proativas, não para respostas. Se a pessoa escreve para a clínica, a clínica responde.
- Informe o PARE na primeira mensagem ou na política de privacidade. Quem não sabe que pode parar, reclama em vez de parar.
- Faça backup de
tn_optoutjunto com o resto do n8n. Perder essa tabela é voltar a mandar mensagem para quem pediu para não receber.