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Vigias: como saber que o WhatsApp caiu antes do paciente (e-mail, não WhatsApp)

Quando o WhatsApp cai, os fluxos continuam "enviando" para o nada. Três vigias e um erro comum: avisar pelo canal que caiu.

Publicado em 29/09/20262 min de leituran8n · WhatsApp · Começando

O WhatsApp cai. A Evolution perde a sessão, o celular que leu o QR code descarrega, a Meta pausa o número, o token expira. Quando cai, os fluxos continuam rodando e "enviando" para o nada. Quem descobre é o paciente que não recebeu o lembrete, ou a recepção, dois dias depois.

O Vigia da conexão do WhatsApp confere a cada 5 minutos se a instância (Evolution) ou o número (Cloud API) está conectado. Só avisa quando o estado muda: caiu, ou voltou. Enquanto continua fora, repete o aviso num intervalo que você define, para não virar spam.

O alerta vai por e-mail. Parece óbvio, mas é o erro mais comum: configurar o vigia para avisar pelo WhatsApp que o WhatsApp caiu. Se a instância vigiada é a mesma que manda o aviso, o aviso não sai. E-mail é o canal que sempre funciona; WhatsApp só entra como segundo canal se for outro número.

O Kit Estabilidade tem mais dois vigias:

  • Alerta de erro em qualquer workflow: um fluxo terminou com erro (credencial expirada, API fora, dado inesperado) e você recebe o nome do fluxo, o nó onde parou, a mensagem de erro e o link da execução. Se o mesmo fluxo falha várias vezes seguidas, os avisos são agrupados.
  • Vigia de execuções travadas: pega o que o alerta de erro não vê: a execução que morreu no meio (o n8n reiniciou) ou foi cancelada, e por isso nunca "terminou com erro". Consulta a API do n8n a cada 15 minutos e avisa uma vez por execução.

Quem lê o e-mail? Defina antes de ligar. Alerta que vai para uma caixa que ninguém abre é o mesmo que nenhum alerta. Uma boa prática é um endereço só para alertas, com notificação no celular de quem cuida do n8n.

Quer isso rodando na sua clínica sem montar do zero?